Thursday, November 27, 2014

Apps in Education : The Tortoise and the Hare in AR



credits : Google

Happy Thanksgiving to all my usual American readers ! 

Não foi há muito tempo que escrevi e divulguei recursos educativos digitais Uma Janela para o Passado ou Learn Spanish by MindSnacks. Mas se quiser pesquisar neste blog, vai descobrir muitos outros que tenho divulgado e adaptado aos currículos escolares.



A Lebre e a Tartaruga 3D/RA

A Lebre e a Tartaruga, uma das fábulas mais lidas do escritor francês Jean de La Fontaine tem agora disponível uma versão em realidade aumentada #RA para tablets, iphone, smartphone. 

Esta será apenas a primeira de uma colecção de 10 histórias com a edição da LeYa/Gailivro, desenvolvidas em parceria com a ARP e com a Samsung que criam conteúdos tridimensionais em realidade aumentada. 

A Samsung tem sido associada a vários projectos educativos digitais. Lembremos, por exemplo, Caso Doca 21, divulgada neste blogue há alguns meses.



screenshot A Lebre e a Tartaruga
Jean de la Fontaine | RA



Ensino:

Na História da Lebre e da Tartaruga, as cenas ganham vida quando os jovens leitores apontam o dispositivo – tablet ou smartphone – para as páginas do livro,  seguindo assim o enredo em 3D, enquanto ouvem a narração da história. 

Um livro para crianças em formato tradicional com ilustrações bastante apelativas e uma aplicação (app) com narração interactiva, combinando assim a literatura clássica num novo método de leitura digital interactiva em Realidade Aumentada, cruzando novos métodos de leitura.

O livro está à venda desde o dia 25 Novembro 2014.






Curriculos: Língua Portuguesa.

Níveis : Ensino Básico (1º ciclo, 2º ciclo)

Nota: Aconselhável só a partir dos 6 anos, 3º/4º anos.

A aplicação (app) está disponível em:
Preços :

Livro : 11,90€

App : Gratuita



screenshot The Tortoise And The Hare
Jean de la Fontaine | AR 

Algumas considerações:

Já escrevi várias vezes neste blog sobre os desafios que as tecnologias 3D e Realidade Aumentada, por muito apelativas que sejam, podem colocar alguns problemas aos mais novos. 

As tecnologias 3D (filmes, video jogos, TV, apps) têm tido alguns alertas vindo não só dos criadores em 3D como também de companhias criadoras.

Há contra indicações que devem ser levadas em consideração pelos educadores - professores, pais - baseadas em estudos recentemente publicados. A ler aqui e aqui.

Crianças e adolescentes, sobretudo abaixo dos 6 anos, podem ser mais susceptíveis a problemas de saúde associados com a visualização em 3D. 

Por isso, é aconselhável que sejam cuidadosamente "supervisionados" durante a visualização de filmes, video jogos, TV e apps 3D.

Os educadores - professores, pais - devem acompanhar seus alunos e/ou filhos e perguntar se eles estão experimentando alguma anomalia. Mais do que isso, devem "dosear" e até não permitir que alunos com idade inferior a 6 anos não utilizem dispositivos em 3D.

Não quero com estas considerações incentivar os educadores a não utilizar recursos educativos digitais 3D. Bem pelo contrário, de outro modo não divulgaria a app A Lebre e a Tartaruga que considero vir enriquecer os recursos pedagógicos postos ao alcance dos professores, para utilização nos currículos escolares.

Quis apenas realçar os aspectos que devem ser tomados em conta antes da utilização destes rercursos digitais 3D, adaptando-os ao nível etário dos alunos, de modo a que estes possam usufruir com deslumbramento do prazer da leitura em completa segurança.



screenshot The Tortoise And The Hare
Jean de la Fontaine | AR 

After Learn Spanish by MindSnacks, a new app for education. This time a reading app.

Do you remember Jean de La Fontaine tales? For sure. 

The Tortoise And The Hare by the French wirter Jean de la Fontaine is now available in Augmented Reality. 

A book for children with Augmented Reality #AR 3D support and audio for tablets and smartphones, based on the celebrated French author of children's tales.


The Tortoise And The Hare, book

The app combines with a book The Tortoise And The Hare, on sale that has access to a rich 3D and audio content and an innovative version of this traditional story.

It provides an interactive experience. Using this app along with the book the user has access to rich 3D and audio content and an innovative version of this traditional storytale, a 'fable' by Jean de la Fontaine.



screenshot The Tortoise And The Hare,
Jean de la Fontaine | RA

Education Level:

Primary grades (3rd, 4th grade; K12)

Note: Children up-to 6 

Languages: 

Portuguese ; English

Prize:

Traditional book 11,90€

App: It's a free app

Available:

Devices:

This app is designed for tablets, iphone, smartphone.



screenshot The Tortoise And The Hare,
Jean de la Fontaine | RA

Education:

Is 3-D technology healthy for children's eyes? With the popularity of 3-D movies, TV, video games, apps, it's natural to wonder what, if any, effect the technology has on children's eyes. 

I wrote two or three times here and here (French language) about 3D and AR and children's health.

The 3D and AR (augmented reality) are very captivating but not so good for little children. Educators - teachers, parents - must pay attention and not allowed children younger than 6 years old to use it.




Nintendo and other 3D device companies have issued warnings about children's use of their new products. The original Nintendo warning, in late 2010, urged parents to prevent children under age 6 years from prolonged viewing of the device's digital images, in order to avoid possible damage to visual development. 

Should teachers and parents be concerned?

There's no evidence that watching something in 3D damages a child's vision. In fact, watching 3D media is pretty much the same as watching something in real life. That's why the American Academy of Ophthalmology says watching something in 3D is unlikely to harm your child's eyes.

However, recent safety advice has said 3D is not suitable for children, specially under 6 years. Video game designers and other 3D device makers have warned against letting children younger than 6 years old use their products for fear of possible damage to their developing vision. But there isn't any conclusive evidence  for a valid concern until some days ago.


On November 6th, the Agency for Food, Environmental and Occupational Health and Safety (Anses) added that access for those up to the age of 13 should be "moderate".

"In children, and particularly before the age of six, the health effects of this vergence-accommodation conflict could be much more severe given the active development of the visual system at this time."

Anses

Some thoughts:

It's impossible to ignore educational digital resouces. We can't, as teachers to understimate the value of those awesome digital resources. Thechnology enhances the school curriculum. Young people are fascinated by technolgy, they born with technology, they use it all day. 

To use movies, video games, apps in the classroom is inevitable and necessary to approach the curriculum to real life.

The app The Tortoise And The Hare is so captivating and created under pedagogical advice. You must use it paying attention to the age of your students, that's all.

However, you should 'moderate' the access of your students younger than 6 years old using 3D  in the classroom.

However young students up-to 13, there is no warming by using 3D. So you have an interesting post about Arcade Fire and Google 3D, one of the most-read posts on my blog (Secondary education, Vocational education).


Note:  The educational digital resources and tools published on this blog are my own choices. I don't do endorsements or advertising.

G-Souto

28.11.2014
Copyright © 2014G-Souto'sBlog, gsouto-digitalteacher.blogspot.com®

Creative Commons License
Apps in Education : The Tortoise and the Hare in AR bG-Souto is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.


Tuesday, November 25, 2014

Escolas : Ciência & Robotics 2014





"O fim da ciência não é abrir a porta ao saber eterno, mas sim colocar limites ao erro eterno."

Galileu


Ciência em Cena é um concurso de ideias criativas sobre temas ligados à ciência e saúde dinamizado pela Maratona da Saúde e por Gulbenkian Descobrir - Programa Educação para a Cultura e Ciência.




Objectivos:


Ciência em Cena pretende envolver e despertar o interesse dos estudantes do 3º Ciclo (9º ano) e do Ensino Secundário pelo conhecimento científico e pela promoção da saúde e bem-estar.


Ao proceder a um trabalho de pesquisa sobre exemplos de investigação realizados por cientistas e médicos que trazem esperança à prevenção e à cura de doenças, os alunos são incentivados


A explorar temas, emoções e factos relacionados com a saúde e a ciência, despertando a sua consciência para o papel da investigação científica na resolução de problemas de saúde.


A importância de conhecer e divulgar toda a informação que estimule práticas saudáveis e ajude a combater a doença pelo lado da prevenção.


O concurso pretende envolver e despertar o interesse dos estudantes do 9º, 10º, 11º e 12º anos pelo conhecimento científico e pela promoção da saúde e bem-estar.




Objecto:


Para concorrer, basta ter uma boa história sobre saúde que não leve mais do que três minutos a contar, gravá-la em vídeo e enviá-la para a organização.


Público-alvo:


Alunos do 9º ano, (3º ciclo) do Ensino Básico e dos 10º, 11º, 12º anos, do Ensino Secundário de escolas públicas ou privadas sedeadas em Portugal (Continente e Arquipélagos dos Açores e da Madeira).


Candidaturas :

  • Individuais 
  • Colectivas (até 5 alunos). 
Tema:

Diabetes é o tema global.


Consultar informação sobre Diabetes (pdf).


Meios de expressão:


Para contar a história os candidatos poderão utilizar diferentes meios de expressão:



  • Representação
  • Dança 
  • Canto

Não se afastando do objetivo de tornar a história mais clara, emocionante, e original.




Videos:

Os vídeos candidatos deverão ser descarregados nos canais de vídeo (Vimeo ou YouTube) e o respectivo link enviado no formulário de candidatura.

As candidaturas realizam-se exclusivamente online, até às 23h 59m do dia 12 de janeiro de 2015, através do sítio oficial do concurso.

O candidato deve preencher o formulário online na secção Candidatura, não esquecendo de juntar os documentos solicitados. 





Regulamento:

Os alunos interessados deverão consultar o Regulamento

Prazos Candidaturas :

As candidaturas estão abertas desde 15 Novembro 2014 e prolongam-se até 12 Janeiro 2015.

As candidaturas realizam-se exclusivamente online, até às 23h 59m do dia 12 de Janeiro de 2015, através do sítio oficial do concurso.


Outras informações:

Os vídeos dos 20 semifinalistas serão anunciados e publicados no sítio e na página oficial do concurso no dia 31 de Janeiro 2015.

Votação:

Os vídeos dos 20 semifinalistas serão sujeitos a votação do público através do sítio do concurso entre 1 e 15 de Fevereiro de 2015 (até às 23h 59m).

Os candidatos dos 10 vídeos que obtiverem mais “likes” passarão à final apresentando-se em público na Fundação Calouste Gulbenkian no dia 7 de Março de 2015, às 16h00.

O júri presente na final seleccionará o candidato vencedor, que participará na Gala da Maratona da Saúde transmitida pela RTP em Março de 2015 (data e horário a anunciar). 

Algumas considerações:

Depois do Concurso Achas que sabes lera Fundação Calouste Gulbenkian promove um outro importante evento, desta vez ligado à ciência.


As suas Actividades Educativas são de referência. Projectos, eventos, actividades educativas que desenvolvam o conhecimento e as competências essenciais em pleno século XXI. A criatividade, sentido crítico e abertura a novas experiências.

O concurso Ciência em Cena vem assim promover a ciência, o gosto, e interesse dos alunos para a pesquisa no campo da saúde, ao mesmo tempo que apela à criatividade dos jovens, e à associação de ideias, levantamento de questões, experienciado diversas linguagens.

A ciência e as tecnologias são prioridade no mundo actual. Refiram-se projectos e eventos como a Noite Europeia dos Investigadores #NEI, a European Code Week #codeEU ou World Science Day dor Peace and Development .



Esta semana, está a decorrer a European Robotics Week , uma área de prática comum nos curriculos escolares portugueses que demonstram grande aderência do alunos.

Portugal está presente com  a Escola Superior de Tecnologia e Gestão - Instituto Politécnico de Leiria. A European Robotics Week decorre de 24 a 30 Novembro 2014.
Os alunos, regra gera,l gostam imenso de participar em concursos e actividades  curriculares como EU Robotics ou Ciência em Cena.

Desenvolvem o pensamento crítico, a capacidade de aceder à informação, de analisar, bem como a curiosidade, e a imaginação.


Apontar caminhos para novos desafios faz parte dos currículos escolares.  Com eventos como estes, promove-se enriquecimento de experiências e desenvolvimento pessoal dos alunos, e competências de sobrevivência.

É preciso inovar nas escolhas, sempre negociando com o grupo/turma. E os professores sabem bem como gerir os currículos, introduzindo diferentes projectos  e actividades.

Finalmente, Ciência em Cena, contrariamente a Achas que Sabes Ler? está aberto aos estudantes de todo o país.




The first part of this post is about a Portuguese science Portuguese science competition open onl to Portuguese students. 

Now, I would like to invite you and your students to join the European Robotics Week #ERW2014, 24 to 30 November 2014. 

The European Robotics Week offers one week of various robotics related activities across Europe for the general public, highlighting growing importance of robotics in a wide variety of application areas. 

The Week aims at inspiring technology education in students of all ages to pursue careers in STEM-related fields, i.e. science, technology, engineering and math.

Enjoy the around 400 robotics #events - Check your #country and see what's happening!

On Friday, 30 November, participate at the live streamingAnd of course you can follow #euRobotics on Facebook or on Twitter, hashtag @eu_Robotics.

G-Souto

25.11.2014
Copyright © 2014G-Souto'sBlog, gsouto-digitalteacher.blogspot.com®

Creative Commons License
Escolas : Ciência em Cena & Eu Robotics 2014 bG-Souto is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.

Thursday, November 20, 2014

Schools : Take a selfie with a Painting





Junges Mädchen (Melancholie), von Théodore Chassériau (1835)
credits :  Kunsthalle Bremen
"Welcome to the Museum of Selfies. 
This is a project that started when my friend aka. right hand and I went to the National Gallery of Denmark in Copenhagen.
I took a picture for fun and liked how this simple thing could change their character and give their facial expression a whole new meaning."

Olivia Muus






credits: Forest_thicket
Of course, you read about the Olivia Muus project on the media a few days ago.

Art director Olivia Muus had the incredible idea while wandering through a museum and now she's curating the tumblr called Museum of Selfies .
"This is a project that started when my friend aka. right hand and I went to the National Gallery of Denmark in Copenhagen. I took a picture for fun and liked how this simple thing could change their character and give their facial expression a whole new meaning."





credits : Michael Shoch
She was inspired to start the series after taking a photo of her friend Sophie Hotchkiss’s hand in front of a painting at the National Gallery of Denmark in Copenhagen.

“I took a picture for fun and liked how this simple thing could change their character and give their facial expression a whole new meaning,” 

“I think it’s interesting how we get a whole new perception of a person, as soon as there is a smartphone in front of their face.”

Olivia Muus



credits: Olivia Muus
Anything that can be learned by a normal young people on a trip to a foreign country can be learned more quickly, cheaply, and easily by visiting a museum.

And museums are no longer lonely spaces without a new fresh air. People circulate, talk, ask, take pics hear music. Museums changed definitely. For good.

Watching the Museum of Selfies, we can understand that arts is no more 'untouchable' in the good sens of the word.





credits: Albertina Museum @albertina_museum


Education :

Why not adapt this event to a pedagogical project into your lessons to enhance curriculum? Students will be so excited!

Art & Selfie coul be an interesting activity to motivate the youngest to admire classical painting, don't you think?



Cindy Sherman
credits: Serralves Museum
There are things that can happen in a museum that can’t happen in a classroom. Students love to visit museums with their teachers, believe me.

I can give you two good examples:

Students love pop art, I could explore an interesting exhibition The 80's : A Topology in 2006 at Serralves Museum in Porto. They learn incredible things about the 80's throught art and relating objects. It was a two hours lesson outside the school where students learned much more about the history of the 80's than a full day in the classroom.



Paula Rego exhibition | Serralves Museum (2004)
credits: Serralves Museum

Paula Rego's Exhibition was another good lesson at the museum, in 2004. This live lesson captivated the interest of the students and introduced the narrative text. 

A fantastic pedagogical project enchanced writing skills through Paula Rego's paintings  in cross-curricular activities:

  • Languages, 
  • Arts, 
  • History, 
  • ICT

Students were so excited! For the most part, it was the first time they went to a museum. They felt happy, curious about art, made a lot of questions, took incredible notes that we discussed after the school visit. It gave the students the chance to learn better by enjoying art.

They learned a lot, the creativity they expressed in the classroom was amazing. They developed awesome projects (storytelling, drawing) with the help of technology.





credits: Matthias Eichele
We can adapt the Museum of Selfies project . Moblie phones, tablets, are now allowed at the museums.  Yes, all the museums go digital. 

Activities:
  • Invite your students to admire online the Museum of Selfies. Let them start a discussion on the theme. 
  • Students must choose a 'selfie' to make some reseach ;
  • Organize a school visit at a museum ;
  • Check to see if photography is allowed. Ask for permission to take photos during the visit ; 
  • Remember the students not to touch/accidentally fall into the painting and/or annoy the custodians or other visitors ;
  • Invite the students to take a selfie in front of a painting. Let them free to choose one painting;
  • Students must get some information about the painting they chose at the museum;
  • After the school visit, students get their selfie in the classroom an make their own research on the painting : painter, title, year, collection/museum.
  • Present an exhibition from your class at the school library. It will be a success! 
Of course you can develop some other activities:
  • Storytelling;
  • Biography;
  • Diary.

Curricula : Cross-curricular - Languages ; Arts ; History ; ICT.

Level : Secondary Education, Further Education.

Finally, choose the best 'selfies' to submit at Olivia Muus Museum by email. Every student send the email in the classroom, and the teacher can help the youngest.

Young people are great on the internet, texting, chating, tweeting, but sometimes they don't have the digital skills to send an email.

Being involved in this Museum of Selfies help the younger generation to understand the painters of the past.



credits: Olivia Muus | National Gallery of Denmark
Some thoughts :


"Museums are wonderful for school groups because you get something that goes far beyond information transmission – the possibility of enthusiasm and motivation."

Daniel Willingham , Professor of Psychology, University of Virginia

There are things that can happen in a museum that can’t happen in the classroom, be sure. And you know it. There's a difference between seeing a great work of art at the museums, and looking at a picture in a book or online, or listening a teacher tell students about it.

There's something about being in the presence of a physical painting or object that is real. They can't touch, but they feel different at a museum. It's real interactivity.

Being in the presence of a palpable object and being told it's a 200 or 300 years old is really motivating.

We can make museum visits part of the curriculum, and have broader goals than particular content knowledge. For example, helping students understand what excites and motivates and interests them can be part of the curriculum.

So it’s really about how we are creating a curriculum that is going to meet standards and goals for a particular school. 
A lot of educators are worried that their goals for education are being overwhelmed by standards that are being set externally.

Well, face this special adventure. A wonderful learning experience to your students. 

Young people need to feel free to express own choices and opinions when creating and sharing digital media content.

You will feel happy with the enthusiasm of your students.

"If a child sees and gets excited about a work of art or a science demonstration, or discovers an interest in animals, the teacher will want to pursue that and figure out how to help the child continue to pursue that interest, and how that interest can be leveraged in other content areas."

Daniel Willingham , Professor of Psychology, University of Virginia


G-Souto

20.11.2014